Sustentabilidade:
Conforme prometido, voltamos a falar sobre o Projeto do Milênio, uma proposta das Nações Unidas para a Sustentabilidade Ambiental – objetivo sétimo do projeto. Entre a seqüência de ações objetivadas dentro da temática do meio-ambiente, as recomendações da Força-tarefa para melhorar a gestão ambiental incluem:
- Reduzir o impacto ambiental adverso da agricultura buscando técnicas de cultivo sustentáveis, restaurando terras esgotadas e protegendo o habitat natural ao redor das áreas de cultivo;
- Reduzir a destruição de florestas via o incentivo ao exercício legítimo de atividades geradoras de renda que dependam da manutenção de florestas saudáveis. Isto pode ser feito em parte orientando o espírito empreendedor daqueles que cultivam produtos agrícolas – incluindo madeireiros, escultores em madeiras e povos coletores e caçadores – na direção de práticas sustentáveis, mas também lucrativas;
- Aproveitar os recursos de água limpa por meio do foco no uso mais eficiente da água na agricultura, fixando e fazendo cumprir metas de redução da poluição para lençóis freáticos e águas de superfície, estabelecendo níveis adequados para o nível e o fluxo dos rios, e controlando espécies invasoras;
- Prevenir o colapso da pesca marinha por meio de sistemas de gerenciamento apoiados em pesquisa e desenvolvimento, em comum acordo com pescadores locais, e através do estabelecimento de uma rede de reservas marinhas protegidas;
- Tratar dos problemas de saúde causados pelas poluições do ar e da água por meio de iniciativas que reduzam a exposição a produtos químicos tóxicos, com foco nos níveis atmosféricos de monóxido de carbono, chumbo, dióxido de nitrogênio, substâncias particuladas, dióxido de enxofre, ozônio e metano;
- Combater mudanças climáticas, adotando a meta de estabilizar as concentrações de gás que contribuem para o efeito-estufa na atmosfera em valores equivalentes a 450-550 ppm de dióxido de carbono. Uma prioridade chave deve ser o investimento em tecnologias ambientalmente sustentáveis e eficientes em relação ao custo, nos setores de energia e transportes.
Completa a lista de recomendações algumas mudanças estruturais nas instituições e nas políticas que guiam os esforços de gestão ambiental:
- Fortalecimento das instituições e da governança: Especialistas em meio-ambiente devem ser recrutados e treinados, e agências que lidam com questões ambientais devem ser adequadamente financiadas;
- Correção das falhas e distorções de mercado: Por exemplo, pode-se prover pagamentos a atividades que melhorem o ecossistema, subsídios que incentivem atividades ambientalmente nocivas podem ser eliminados, e regulações de comércio que promovam práticas legais e sustentáveis, como o reflorestamento sustentável, podem ser desenvolvidas;
- Melhorar o acesso e o uso do conhecimento científico e tecnológico: Países pobres precisam de melhores ferramentas científicas e tecnológicas que lhes permitam basear suas ações num entendimento das condições existentes. Além disso, o financiamento público, acordos de compra e outros mecanismos podem ser utilizados para promover o desenvolvimento de inovações ambientalmente benéficas.
Entretanto, cabe elucidar que tais ações só terão serventia e serão de grande valia para as conseqüências positivas pretendidas, se todas as ações citadas – ou grande parte delas – sejam atendidas desde o cargo máximo de responsabilidade social até o indivíduo isoladamente.
Na seqüência, a parte final da matéria “Que Projeto é Esse?”, aqui no LIB.
Conforme prometido, voltamos a falar sobre o Projeto do Milênio, uma proposta das Nações Unidas para a Sustentabilidade Ambiental – objetivo sétimo do projeto. Entre a seqüência de ações objetivadas dentro da temática do meio-ambiente, as recomendações da Força-tarefa para melhorar a gestão ambiental incluem:
- Reduzir o impacto ambiental adverso da agricultura buscando técnicas de cultivo sustentáveis, restaurando terras esgotadas e protegendo o habitat natural ao redor das áreas de cultivo;
- Reduzir a destruição de florestas via o incentivo ao exercício legítimo de atividades geradoras de renda que dependam da manutenção de florestas saudáveis. Isto pode ser feito em parte orientando o espírito empreendedor daqueles que cultivam produtos agrícolas – incluindo madeireiros, escultores em madeiras e povos coletores e caçadores – na direção de práticas sustentáveis, mas também lucrativas;
- Aproveitar os recursos de água limpa por meio do foco no uso mais eficiente da água na agricultura, fixando e fazendo cumprir metas de redução da poluição para lençóis freáticos e águas de superfície, estabelecendo níveis adequados para o nível e o fluxo dos rios, e controlando espécies invasoras;
- Prevenir o colapso da pesca marinha por meio de sistemas de gerenciamento apoiados em pesquisa e desenvolvimento, em comum acordo com pescadores locais, e através do estabelecimento de uma rede de reservas marinhas protegidas;
- Tratar dos problemas de saúde causados pelas poluições do ar e da água por meio de iniciativas que reduzam a exposição a produtos químicos tóxicos, com foco nos níveis atmosféricos de monóxido de carbono, chumbo, dióxido de nitrogênio, substâncias particuladas, dióxido de enxofre, ozônio e metano;
- Combater mudanças climáticas, adotando a meta de estabilizar as concentrações de gás que contribuem para o efeito-estufa na atmosfera em valores equivalentes a 450-550 ppm de dióxido de carbono. Uma prioridade chave deve ser o investimento em tecnologias ambientalmente sustentáveis e eficientes em relação ao custo, nos setores de energia e transportes.
Completa a lista de recomendações algumas mudanças estruturais nas instituições e nas políticas que guiam os esforços de gestão ambiental:
- Fortalecimento das instituições e da governança: Especialistas em meio-ambiente devem ser recrutados e treinados, e agências que lidam com questões ambientais devem ser adequadamente financiadas;
- Correção das falhas e distorções de mercado: Por exemplo, pode-se prover pagamentos a atividades que melhorem o ecossistema, subsídios que incentivem atividades ambientalmente nocivas podem ser eliminados, e regulações de comércio que promovam práticas legais e sustentáveis, como o reflorestamento sustentável, podem ser desenvolvidas;
- Melhorar o acesso e o uso do conhecimento científico e tecnológico: Países pobres precisam de melhores ferramentas científicas e tecnológicas que lhes permitam basear suas ações num entendimento das condições existentes. Além disso, o financiamento público, acordos de compra e outros mecanismos podem ser utilizados para promover o desenvolvimento de inovações ambientalmente benéficas.
Entretanto, cabe elucidar que tais ações só terão serventia e serão de grande valia para as conseqüências positivas pretendidas, se todas as ações citadas – ou grande parte delas – sejam atendidas desde o cargo máximo de responsabilidade social até o indivíduo isoladamente.
Na seqüência, a parte final da matéria “Que Projeto é Esse?”, aqui no LIB.

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